Um retrato histórico daquele momento em particular que o país vivia. Deve ser interpretado dessa forma, uma vez que certas ideias e ideais são extremamente violentos e radicais, assim como também era o outro lado dessa moeda.
Título original: Kyojuu Tokusou Juspion (巨獣特捜ジャスピオン 'Kyojū Tokusō Jasupion'?, traduzido como Juspion e a Investigação Especial de Criaturas Gigantes, e lançado no Brasil sob o título de O Fantástico Jaspion)
Tema de abertura: "Ore ga Seigi da Jaspion" por Ai Takano
Tema de encerramento: "Ginga no Ookami Jaspion" por Ai Takano
Emissora de televisão original: TV Asahi
Transmissão original: 15 de março de 1985 – 24 de março de 1986
N.º de temporadas: 1
N.º de episódios: 46 + 1
Sinopse
Há milhares de anos num planeta nos confins da galáxia, se reuniam os grandes profetas da Via Láctea que difundiam os ensinamentos e profecias da Bíblia Galática. Em suas escritas, ela profetizava o surgimento de um demônio espacial, chamado Satan Goss, que provacaria o apocalipse da Via Láctea. Porém, esse planeta foi destruído ao ser atingido por um cometa e a Bíblia foi quebrada em várias partes, espalhando seus pedaços pela Galáxia.
Anos depois, Edin, cientista e o último sobrevivente dos grande profetas galácticos, passou a procurar os fragmentos da Bíblia Galática. Até que encontra um garoto humano que sobreviveu à queda de uma nave espacial em seu planeta. Edin crê ser este o garoto predestinado a se tornar o lendário guerreiro das profecias, que salvaria a Galáxia. Ele adota o menino e o cria sozinho, dando-lhe o nome de Jaspion, na esperança de que, algum dia, o garoto venha a combater as ameaças do temível Satan Goss.
Revisitando um dos precursores dos Tokusatsus no Brasil. Jaspion pode ser considerado o pai/mãe de tudo que viria a seguir dentro desse gênero (e suas derivações) nos anos dourados seguintes. Seu poder foi tão grande perante o público, que dados informam que na época, superava em seu horário de exibição até mesmo a "rainha", na grande vênus platinada.
Curiosamente, fontes dizem que no seu país de origem, não obteve o mesmo sucesso. Esse cenário é até compreensível, pois por lá, esse gênero não era novidade, ao contrário daqui. Por outro lado, também comentam que o enredo força características religiosas que não são tão padrões naquela terra. E realmente, se prestarem um pouco de atenção, vão notar traços realmente cristãos, como a Bíblia Galáctica, Satã Goss, Quadridemos, o menino que veio do céu como previa uma profecia, os sete indivíduos perto do final, etc.
Aquele velho clima de terror sempre presente nesses clássicos, somado a algumas confusões de continuidade, além dos mais diversos sentimentos e várias mensagens positivas e também críticas para a humanidade, são marcas registradas do enredo de Jaspion. Apesar do roteiro sem grandes novidades e com aquele pano de fundo religioso, como dito anteriormente, o mesmo não compromete a diversão como um todo e nos entrega várias emoções no decorrer dos 46 episódios. E após ele, temos 1 extra, que trás Hikaru Kurosaki (Jaspion), Kiyomi Tsukada (Anri) e Junichi Haruta (MacGaren), fazendo um resumão de toda a série.
Lembrando que Jaspion faz parte da franquia Metal Hero, que teve seu início com Gavan (conhecido por aqui como Space Cop), e sendo a quarta série nesse segmento (precedido por Gavan, Sharivan e Shaider e sendo sucedido por Spielvan, Metalder, Jiraiya, Jiban, entre outros).
Mais que recomendo! Jaspion é obrigatório a todo fã do gênero tokusatsu.
0 a 10? 10
Obs.: pra quem tem interesse em ver (ou rever) a Bandeirantes voltou a transmitir aos domingos de manhã. Além também, do canal Tokusatsu TV, em parceria com a Sato Company, ter disponível os 36 primeiros episódios no Youtube. Mais uma opção também, é para quem é assinante do serviço da Amazon, onde toda a série também está disponível no Prime Video.
Informações técnicas
Título original: Seiun Kamen Machineman (星雲仮面マシンマン, Seiun Kamen Mashinman, traduzido como Máscara Nebulosa Machineman)
Formato: Série
Gênero: Tokusatsu, Ação, Henshin Hero
Duração: 24-25 minutos
Criador(es): Shotaro Ishinomori, Toei Company
País de origem: Japão
Idioma original: japonês
Narrador(es): Osamu Kobayashi
Elenco: Osamu Sakuta, Kiyomi Tsukada, Hideo Amamoto, Chiaki Kojo
Tema de abertura: "Seiun Kamen Machineman" por MoJo
Tema de encerramento: "Ore no Na wa Machineman" por MoJo
Emissora de televisão original: Japão Nippon TV
Transmissão original: 13 de janeiro de 1984 – 28 de setembro de 1984
N.º de episódios: 36
Sinopse
Viajando na nave Space Colony, Nikku é acompanhado por um robozinho voador chamado Ball Boy. Usando o nome humano de Ken Takase, ele é na verdade Machineman. Utilizando sua avançada tecnologia e seus poderes para o bem, irá se ver diante da maligna organização secreta Tentáculo sob o comando do Professor K e posteriormente, sua neta, Lady M, a frente da organização Polvo. A série foi distribuída no Brasil pela Oro Filmes, que importou o seriado da Itália juntamente com Goggle V e Sharivan, e além da divulgação televisiva, foram lançados quatro volumes em home video na época, cada volume contendo dois episódios. Em 2007 a Toei Video lançou no Japão em DVD os 36 episódios, todos remasterizados digitalmente.
Machineman é mais um da longa lista de seriados japoneses dos anos dourados. No gênero específico, faz parte dos Henshin Hero (um meio limbo fora dos Metal Heroes).
Possui um enredo bem infantil, divertido e cômico (ele se transforma num carro!). As ambições dos inimigos são bem fora dos padrões. Apenas possuem aversões às crianças e querem prejudicá-las das formas mais atrapalhadas possíveis. O roteiro dos episódios é bem simples, e com um nível bem baixo de violência, tendo inimigos que eram derrotados morrendo (mas esses eram andróides) e aqueles que eram purificados (esses, sendo humanos). Também não existe um desfecho decente, tendo talvez por isso, recebido um review de encerramento.
O herói em si é uma caricatura do Super-Homem com detalhes do Zorro, em vários aspectos; o personagem vem do espaço, é apaixonado pela jornalista Gunko, usa óculos na identidade secreta, se finge de desastrado e possuía uma capa sem muita utilidade para as lutas, além do toque da marca "M" no peito de seus inimigos humanos, e o corte Z ao atingir um inimigo Andróide, referência direta ao Zorro.
Outra curiosidade interessante é que do episódio 18 ao 33, o protagonista e seu amigo Ball Boy, ao final desses episódios, leem cartas de fãs da série, respondendo perguntas e aconselhando os telespectadores. Uma outra é o personagem Dentai (Kintai, no original), que é interpretado por Joe Onodera, filho de Shotaro Ishinomori, criador da série. Ele é o vendedor de frutas apaixonado por Gunko.
A trilha é muito marcante, principalmente a abertura, mas existem diversas falhas no decorrer dos episódios, principalmente nos momentos de maior tensão. Haviam diversos cortes nas músicas e trilhas de fundo, variando bruscamente de músicas animadas para músicas de tensão durante as batalhas.
Enfim, Machineman é recomendado a todos os apreciadores desse gênero tão divertido, simples, e até trash (no bom sentido), mas ao mesmo tempo, marcante, saudoso e inesquecível.
Informações Técnicas
Título Original: Saint Seiya: Legend of Sanctuary / Título no Brasil: Os Cavaleiros do Zodíaco - A Lenda do Santuário
Ano de Lançamento: 2014
Gênero: Animação
País de Origem: Japão
Duração: 93 minutos
Direção: Kei'ichi Sato
Estreia no Brasil: 11/09/2014
Estúdio/Distrib.: Diamond Filmes
Idade Indicativa: 10 anos
Sinopse
Adaptação para os cinemas da saga das 12 casas dos Cavaleiros do Zodíaco. O filme reconta famoso arco do Santuário, no qual os cavaleiros de bronze precisam passar pelas doze casas do zodíaco, protegidos pelos cavaleiros de ouro, para salvar a deusa Athena, envenenada por uma flecha mágica.
Cavaleiros recebeu essa roupagem dos dias modernos. Uma ousadia e tanto. Talvez para angariar mais público (depois do Omega) ou talvez mesmo apenas uma aposta muito corajosa. O certo é que não funcionou muito bem. Óbvio que seria impossível resumir uma saga inteira em menos de 2 horas, mas mudar o rumo das coisas e excluir tantas outras, não foi aceitável. Ainda mais se pensarmos que trata-se sim de um remake.
Quanto a parte técnica, é impecável. Realmente muito agradável de se assistir (principalmente se lembrarmos de como eram nos primórdios). Destaque também para a dublagem original, com os principais nomes da época. Já quanto a trilha, não pode-se dizer o mesmo, pois é praticamente inexistente.
Enfim... não cabe entrar em detalhes do enredo (que pisa e varre o chão com o roteiro original), mas fica o alerta; é recomendado aos fãs, simplesmente em nome do ícone dos velhos tempos e claro, também aos novatos, pela diversão num geral, com todo o poderio gráfico apresentado.
Keiichi Satou ficará lembrado, mas não creio que de uma forma muito positiva.
Informações Técnicas
Direção: Konosuke Uda
Estúdio: Toei Animation
Exibição original: 20 de outubro de 1999 – Ainda em exibição
Emissoras de TV: Fuji tv
Emissoras lusófonas: Cartoon Network Brasil, SBT, SIC, SIC Radical, Panda Biggs
Nº de episódios: 603
13ª também de One Piece. Saga Marineford, que contém diversos arcos: Duval da Máscara de Ferro, Arquipélago de Sabaody, Amazon Lily, Paradeiro da Tripulação - Parte I e II, Impel Down, Retrospectiva especial e Marineford.
A 13ª, propriamente dita, são 37 episódios, segundo o Banco de Séries, mas na wiki, que contabiliza a partir de Sagas e Arcos, conta como sendo a 6ª Saga, com 10 Arcos.
Pra ficar mais fácil, as sagas estão divididas em: East Blue, Baroque Works, Skypiea, CP9, Florian Triangle, Guerra de Marineford (até onde estou). Na contagem geral, engloba dos episódios 385 ao 492.
Bem, resumidamente a 13ª temporada engloba a invasão e fuga de Marineford. Apesar de nesse meio, haver um ou outro filler, eu já disse aqui que eles são ótimos e bem divertidos.
A condução geral desses 37 episódios, foi bem bacana e tudo prossegue para uma batalha épica na temporada seguinte.
Recomendo!
0 a 10? 7.89 (minha média no Banco de Séries)
Direção: Noriyuki Abe
Estúdio: Studio Pierrot
Exibição original: 5 de outubro de 2004 – 27 de março de 20121
Emissoras de TV: TV Tokyo, Emissoras lusófonas Animax(1ª-3ª), Sony Spin(3ª-5ª), SIC Radical e SIC K
Nº de episódios: 366
Uma resenha rápida sobre a 13ª temporada de Bleach (prefiro comentar daqui pra frente a partir das sagas).
Foram 36 episódios (na contagem geral, do 230 ao 265), de filler, filler e mais filler (uma temporada só deles). A história não chamou muito a atenção e apenas um ou outro capítulo merece algum destaque. Na média, nada que acrescentasse realmente a trama (apenas num contexto muito insano a respeito de personalidades das espadas).
Como eu havia comentado anteriormente, o anime vinha numa decrescente há tempos e aqui não foi diferente.
Informações Técnicas Desenvolvedora: WB Interactive Ent. Publicadora: WB Interactive Ent. Plataforma(s): Xbox 360, PlayStation 3 Data(s) de lançamento: 2011 Gênero: Luta
Sinopse
Mortal Kombat Arcade Kollection oferece aos fãs a chance de jogar os jogos em seu estado original do arcade e redescobrir todos os seus personagens favoritos, fatalidades e ambientes, bem como reviver alguns dos segredos mais memoráveis da franquia. Além disso, esta nova coleção apresenta modo online, leaderboards, conquistas e troféus.
Mortal Kombat Arcade Kollection reuni Mortal Kombat, Mortal Kombat 2 e Ultimate Mortal Kombat 3 em uma única coleção.
Caça-níquel lançado ano passado para PSN e Live, com as três versões de MK.
A seleção de jogos ficou bem legal, com os arcades da época (conforme imagem ao lado). Porém, nada de novo foi acrescentado. E nem alguns defeitos foram corrigidos (além de novos inseridos).
Possui suporte a alguns troféus e também disputas online (mas nada que realmente faça valer o investimento, apesar de pequeno).
Só recomendo a quem realmente não teve nenhum contato com essas pérolas (o que acho difícil de existir). E mesmo assim, seria mais interessante em emuladores no PC mais próximo.
Informações Técnicas Desenvolvedora: CyberConnect2 Publicadora: Namco Bandai Games Projetista: Yusuke Sasaki,Chikayo Fukuda Plataforma(s): Xbox 360, PlayStation 3 Data(s) de lançamento: Xbox 360, PS3 23 de Fevereiro de 2012 Gênero: Luta Modos de jogo: Single-Player, Multiplayer Número de jogadores 1-2 Mídia Disco: Blu-ray(PS3), DVD-DL(Xbox 360) Idiomas: Inglês, Japones
Sinopse Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations é um jogo lançado para Xbox 360 e PlayStation 3, e é a sequência do jogo Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 2. No Japão o lançamento ocorreu dia 23 de Fevereiro de 2012, na America do Norte ocorreu no dia 13 de Março de 2012, e a versão europeia dia 30 de Março de 2012. O Jogo tambem contem modo online para ambas as plataformas, e vai ir do começo do Naruto Clássico e até o final da Reuinião dos Cinco Kages do Naruto Shippuden.
Trailer
Terceiro game do Naruto para as plataformas da geração atual. Aqui, tivemos várias mudanças com relação ao antecessor. Se antes, reclamamos do excesso de exploração, agora vamos brigar pelo contrário.
No modo principal, somos meros espectadores dentro das histórias (escolhemos entre várias) e só interagimos em momentos decisivos. Se por um lado, é interessante e mais objetivo, por outro, deixa um sentimento de "sem emoção" no ar.
Terminada as histórias, sobram os modos tradicionais (versus, online) e a novidade: torneios e survival (este último, bem extenso).
O número de personagens a disposição aumentou bastante. Agora, todos os Kages estão disponíveis, além de seus suportes específicos (muitos desses, não disponíveis para seleção principal), assim como versões "child" de vários conhecidos, inimigos antigos e atuais, modos sennins, etc.
Pra quem for buscar os 100%, terá menos trabalho. Não existe nenhuma exigência online (pra ser sincero, só fiz uma luta pra testar e mais uma vez, se comportou muito bem), o que me deixou bem espantado, já que praticamente todos os jogos atuais, exigem alguma coisa online.
São vários tipos de "coletáveis" que serão desbloqueados no decorrer dos modos e alguns que serão compráveis. Mas nada de muito complicado, se comparar com cansativos "títulos" do antecessor.
Finalizando, mais um bom game. Principalmente para os fãs da saga.
Recomendo!
0 a 10? 9
Referências: wikipedia
Obs.: mais um game disponibilizado pelo Milton. Tks! o/
Sucessor: Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations
Modos de jogo: Single player, multiplayer
Mídia: Disco Blu-ray, DVD
Sinopse Nesta continuação os jogadores acompanham a fase Shippuden do desenho animado, na qual Naruto continua sua jornada para se tornar um dos ninjas mais poderosos do mundo. O garoto retorna à Vila Oculta da Folha após passar três anos em treinamento com o mestre Jiraya e mergulha em uma trama envolvendo um grupo secreto que pretende usar os poderes dos Jinchuurikis contra o mundo. Trailer
Segundo game do Naruto pra PS3. A história agora avança até a saga do Pain, mas também faz vários reviews das tramas iniciais.
Confesso que inicialmente, não gostei. Primeiro pela mudança drástica no modo batalha (comparando às versões Ultimate Ninja do PS2). Sai o modo 2D com 2 planos (estilo Fatal Fury), entra o modo totalmente 3D. Porém, com o tempo, acostumei e passei a gostar.
O modo aventura também é cansativo inicialmente (e totalmente, se você estiver em busca dos 100%), mas pra quem acompanha o anime/mangá, vai se maravilhar com muita coisa a disposição. No online, o netcode agrada bastante, mas o menu ainda peca em alguns quesitos, além de oferecer opções discutíveis, para encontrar um determinado amigo. O versus vai oferecer muitos personagens e uma boa dose de estratégias com os players de suporte (strikers).
Enfim, gostei bastante e recomendo a todo fã da franquia.
0 a 10? 9
Referências: wikipedia, UOL
Obs.: agradecimento ao amigo Milton, por disponibilizar o game para análise e apreciação. o/
Informações Técnicas
Título Original: Superman: Doomsday / Título no Brasil: A Morte do Superman País de Origem: EUA
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 75 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Estúdio/Distrib.: Warner Home
Direção: Lauren Montgomery / Bruce W. Timm / Brandon Vietti
Sinopse
Quando a Lexcorp acidentalmente liberta o assassino serial intergaláctico Doomsday, Superman enfrenta a criatura mano a mano na batalha de sua vida... literalmente. O mundo inteiro lamenta a queda do herói; a humanidade percebe que nunca mais se sentirá segura novamente. Os inimigos do Superman regozijam de felicidade - todos eles menos Lex Luthor, que lamenta a perda a sua maneira, desencadeando uma seqüência de fatos marcantes que nem mesmo ele poderia prever. Inspirado na graphic novel best-seller da DC Comics, A Morte do Superman, esta animação longa-metragem traz muita aventura em seqüências de ação que não encontram rivais em nada visto até hoje sobre o Homem de Aço.
Trailer
Mais um movie animação do Super. Esse, ainda mais violento que o anterior. Luta, muita luta. Praticamente o tempo todo.
Aqui também tem um Lex muito mais sombrio e até certo ponto, triste com a derrota do inimigo.
O tal do Doomsday é meio sem graça, mas é forte pra caramba e dá muito trabalho pro Super.
O romance também tem vez aqui e sob uma perspectiva bem diferente da conhecida.
O traço é bem mais sério (se comparado ao Brainiac attacks) e o som segue o mesmo padrão.
A fortaleza também marca presença e com um 'mordomo' bem original.
Gostei da luta entre os Supers, mas não muito da explicação sobre o retorno.
Recomendo!
0 a 10? 8
Referência: interfilmes
Obs.: lembrando do tópico criado pelo Eiji no Portal AWP, com todos os movies.
Informações Técnicas Título Original: Superman: Brainiac Attacks / Título no Brasil: Superman: Brainiac Ataca País de Origem: EUA Gênero: Animação Classificação etária: Livre Tempo de Duração: 76 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estúdio/Distrib.: Warner Home Vídeo Direção: Curt Geda
Sinopse Superman, prestes a revelar sua identidade e seus sentimentos por Lois Lane, de repente, só tem olhos para Brainiac, um poderoso computador programado para dominar o mundo. Equipado de sofisticado armamento e uma infusão de kryptonita, Braianic é o mais forte inimigo que o Homem-de-Aço já enfrentou.
Trailer
Início de resenhas de uma série de animações postadas pelo Eiji no Portal AWP, nesse tópico. Não sou muito conhecedor (e nem exatamente um grande fã) das animações americanas, mas sempre vale uma olhada nessas obras desses grandes personagens. Nesse movie, posso destacar o vilão Brainiac, que tem um lado muito positivo, que é o de querer absorver conhecimento (pena que ele queira usá-lo para o mal), a assistente do Luthor, Mercer (que tomou as ações no seriado Smallville) e a zona fantasma (que ficou bem interessante (apesar de diferente do habitual). Achei que violência é até acima do normal (para os meus padrões de animações americanas) e a parte gráfica como um todo, bem legal também (aquele estilão do Super é bem legal).
Enfim, para o início da saga, posso dizer que gostei.
Direção Takashi Watanabe Estúdio J.C.Staff Exibição original 30 de Julho de 2003 - 22 de Outubro de 2003 Emissoras de TV AT-X / GONG Nº de episódios 13
Anjos Guerreiros, conhecido no Japão como Ikkitōsen(em japonês: 一騎当千,Ikkitōsen?) é uma série de mangá/anime de Yuji Shiozaki, baseado no livro chinês clássico Romance Dos Três Reinos. A série é conhecida pelas suas copiosas quantidades de fan service envolvendo jovens garotas lutando em roupas frágeis e saias curtas, além de outras situações em estilo ecchi.
Sinopse
Sete escolas da Província de Kanto estão em constante guerra entre elas. As vidas e destinos de certos alunos são determinados por pérolas conhecidas como magatama; elas contêm os espíritos e destinos de guerreiros do período chinês dos Três Reinos. O propósito final de cada um desses tōshi é se tornar mais poderoso do que todos os outros e passar a ser, então, o Ikkitousen.
Abertura
Ikkitousen é um anime de luta, com praticamente nada de interessante com relação a história. Existem alguns clãs (ou escolas) que lutam entre si por alguma coisa e algum poder. Todos eles possuem um tipo de brinco estranho que os tornam aptos a isso. Bobagem! Ikkitousen é um anime totalmente fan service. Calcinhas e mais calcinhas. E todas brancas, não me perguntem o porquê.
Isso por si só, não basta. Portanto, achei fraco. Muito infantil (apesar do apelo sexual).
Por curiosidade, vale uma assistida. Mas não crie expectativas.
Informações Técnicas Título Original: Tekken / Título no Brasil: Tekken País de Origem: Japão / EUA Gênero: Ação Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 91 minutos Ano de Lançamento: 2010 Site Oficial: http://wwws.warnerbros.co.jp/tekken Estúdio/Distrib.: Califórnia Filmes Direção: Dwight H. Little
Sinopse Ambientada em 2039, os melhores lutadores de todo o mundo vão competir no último e maior evento esportivo de todos os tempos. Depois das Guerras Mundiais terem destruído grande parte da civilização como a conhecemos, o restante dos territórios já não são administrados pelos governos, mas sim pelas empresas sendo que a mais poderosa é a Tekken. A fim de manter as massas dominadas, Tekken patrocina o torneio Punho de Ferro no qual os combatentes competem até a morte pela glória e para receber toda uma vida de estrelato e riqueza. Neste ambiente, Jin, um lutador de rua entra no torneio com o objetivo de vingar a morte de sua mãe.
Trailer
Posso dizer que gostei. Apesar de não ser profundo conhecedor da série e bem menos ainda, fã. Mesmo assim, encontrei muitas coisas estranhas, como o Law (muito mal caracterizado), um Bryan pouco robótico, Yoshimitsu bem fraco, além de um sistema de luta com chaves e sorteios bem estranhos. Achei que o Heihachi (Cary-Hiroyuki Tagawa, eterno Shang Tsung) ficou perfeito, assim como o Eddy Gordo (apesar dele ser bem fraquinho). As meninas eu não conheço bem, mas ficarem muito bem na tela. =) Por fim, o Jin e o Kazuya ficaram regular. Os cenários e as lutas ficaram na média... assim como a trilha sonora.
Resumindo... pra quem não entende da franquia, ficou de bom tamanho. Para os fãs, com certeza faltaram personagens e destaques.
Com pertenço ao primeiro grupo, recomendo! 0 a 10? 7
Desenvolvido por: SNK Playmore Plataforma(s): Arcade, PlayStation 2, Xbox Data(s) de lançamento: Xbox (30 de março, 2006), PlayStation 2 (21 de julho, 2005) Gênero(s): Jogo de luta Sistema: Atomiswave
Sinopse The King of Fighters Neowave (ou somente "KoF:NW") é um jogo de videogame feito pela SNK Playmore. Foi o primeiro jogo da série The King of Fighters a ser desenvolvido com o hardware Atomiswave (deixando de lado, finalmente, o uso do hardware Neo Geo) e foi desenvolvido exatamente para testar a perfomance da tal quando usada nos jogos da empresa SNK Playmore. Trailer
The King of Fighters Neowave é um jogo não-canônico da série The King of Fighters. Exatamente como os títulos The King of Fighters '98, The King of Fighters 2002, entre outros. Ele reúne um grande número de personagens de jogos anteriores ao KoF 2002, incluindo personagens mortos de acordo com a história (como Vice e Mature, primeiramente vistas em KoF '96) e a adição de Young Geese, de origem o jogo Art of Fighting, como o último chefe do jogo.
O jogo conta com a jogabilidade usada desde o KoF '94 ao KoF '98, ignorando sistemas de jogabilidade de jogos após este último, como "Strikers" (primeiramente visto em KoF '99) e tag team (primeiramente visto em KoF 2003). A maioria dos sprites usados pelos personagens foram reaproveitados de suas versões em The King of Fighters 2002. Os cenários, por si, retratam outra situação: usam gráficos 3D, similares a versões de console do jogo Capcom vs. SNK 2. O artwork (portraits, etc.) foi feito por Tomokazu Nakano, conhecido pelo seu trabalho na série Power Instinct.
Mais uma KoF, agora, da nova safra. Posso dizer que gostei dessa. Talvez pudesse ter ido além. Acredito que faltou apenas um ou outro detalhe. Possui 3 modos de batalha. Um que emenda tudo (mas não tem Super Especial), um outro que tem um golpe que cancela defesa e o que tem o Super Especial (mas que não tem esquiva). Dos três, o primeiro é o melhor, mas fica faltando o SE. Enfim... aqui eu acho que faltou o detalhe de poder fundir tudo. Para os Arcades, até acho interessante manter o equilíbrio, mas para Consoles, a tônica tem que ser a liberdade nas configurações. O game em si é um Ctrl+C, Ctrl+V de personagens, mas as telas são em 3D, remodeladas e muito bem feitas. O som é bom. Não se destaca tanto, mas também não desagrada muito. A jogabilidade é bem ao estilo das antigas (como 2K2 e afins), então é garantia de boa diversão. Possui muitos personagens extras. Mais um ponto positivo. Possui alguns Super Especiais com comandos fora da realidade pra executar. Ponto negativo.
Em resumo, é um ótimo game, que apenas por um ou outro detalhe, não ficou perfeito.
Ficha Técnica Título original: Uchuu Keiji Gyaban (em japonês: 宇宙刑事ギャバン, Uchū Keiji Gyaban?) / Brasil: Detetive Espacial Gyaban (conhecido também como Space Cop Gaban) Ano: 1982/83 Número de episódios: 44 Formato: Metal Hero Estrelando: Kenji Ohba and Wakiko Kano Criado por: Toei
Sobre É a primeira série de televisão do gênero tokusatsu pertencente à franquia dos Metal Heroes. A série é a primeira da trilogia dos Policiais do Espaço, continuada pelas duas séries seguintes, Sharivan e Shaider. No Brasil, foi exibida na Rede Globo e na TV Gazeta, no programa Gazetinha.
Sinopse A Organização Criminosa Makuu percorre o espaço conquistando planetas, matando seus habitantes e escravizando seus povos. A União da Polícia Galáctica envia o oficial Retsu Ichijoji para a Terra para que detenha a invasão de Makuu. O pai de Retsu também foi Policial do Espaço e foi capturado pela Makuu anos atrás. Ao chegar à Terra, Retsu usa a Combat Suit prateada e todas as suas armas de alta tecnologia contra a Makuu, dizimando seus monstros um a um, ao mesmo tempo em que procura pelo pai desaparecido.
Curiosidades Gyaban foi a precursor dos Metal Hero, linhagem que fez muito sucesso nos anos 80 e que acabou em meados da década de 90. A série é considerada uma das melhores já produzidas em sua década e "salvadora" da Toei, que na época estava passando por uma grave crise financeira.
No Brasil, Gyaban foi exibido fora de ordem (onde foi o último da trilogia dos policiais do espaço a ser exibido no país). Primero veio Sharivan e depois Shaider. Devido ao enorme sucesso que Gyaban fez na época no Japão, ele retornaria em participações especiais na serie sucessora (Sharivan). Foi a serie que revelou o famoso ator e dublê Hiroshi Watari, onde apareceu nos últimos episódios como Den Iga, e se transformou em Sharivan pela primeira vez. Gyaban, além de Sharivan, se encontra com Shaider no especial Uchuu Keiji Crossover (O encontro dos Policiais do espaço).
Fim de mais uma saga. Agora, na linha Metal Hero. Lembro bem vagamente de quando foi exibido na Globo e por ter sido fora de ordem, não perdi nada. A série em si não tem grandes momentos. Tem uma linha razoável e só. Mas há de se considerar a época, portanto, tem lá seu valor. O que posso destacar de positivo é o ator Kenji Ohba, que é bem carismático e excelente dublê. Várias cenas são feitas por ele mesmo. Realmente, impressionante. A série também tem um clima bem aterrorizante. Não acredito que tenha sido direcionada para criancinhas. Várias cenas psicodélicas e jogo de câmera realmente formaram cenários sombrios. Sobre câmeras, ainda posso falar do exagero nas repetições. E bastante exagero. As cenas invertidas eram um recurso pra época, mas muitas séries forçavam nesse ponto. Outra questão de voltar pra trás, destaco um 'poder' (entre aspas porque é bem bizarro) usado pelo chefão do mal. Um tal sistema de retrocesso que faziam as coisas voltarem pra trás, mas bem nada a ver mesmo. O lance era tão estranho que muitas vezes explodia o próprio dispositivo. Honestamente, vi aquilo várias vezes e não consegui entender o propósito. Outra ponto forçado foram as repetições de explosões. O inimigo morria umas 4 ou 5 vezes, de tanto que explodia. O final foi interessante, porque ligou alguns pontos.
Enfim, pode parecer uma série bem fraca, do ponto de vista que escrevi, mas não é. Como disse, tem seus momentos e seu carisma. Vale novamente lembrar, que estamos falando do ano de 1983 e esse foi o precursor dos Metal Heroes. Por isso, recomendo a todos, que assistam e conheçam o Policial do Espaço, Gaban!
Informações Técnicas Título Original: Ninja Assassin / Título no Brasil: Ninja Assassino País de Origem: EUA Gênero: Ação Tempo de Duração: 99 minutos Ano de Lançamento: 2009 Estréia no Brasil: 05/02/2010 Estúdio/Distrib.: Warner Bros. Direção: James McTeigue
Sinopse Raizo (Rain) é um dos assassinos mais temidos do mundo. Tirado das ruas na infância, foi treinado pelo clã Ozunu - um grupo secreto cuja existência em si já é considerada uma lenda - para ser um assassino exímio. No entanto, a execução sumária de seu amigo faz com que Raizo volte-se contra o grupo, aguardando o momento da vingança.
Trailer
Muito bom filme de ninjas, clãs, lutas, sangue, etc. A história em si é um pouco estranha, e a mistura oriental com ocidental, não é das melhores. De qualquer forma, é bem conduzido, com um bom enredo. Os efeitos são ótimos (mas existem muitas cenas escuras). Tem várias lutas, explosões e até um pouco de romance. Resumindo, um bom filme de ninjas, com sangue, muito sangue...
Ficha Técnica Título original: Doragon Bōru Zetto Tobikkiri no Saikyō tai Saikyō / Nos EUA: Dragon Ball Z: Cooler's Revenge / No Brasil: Dragon Ball Z: Uma vingança para Freeza Direção: Mitsuo Hashimoto Produção: Chiaki Imada & Rikizô Kayano Escrito por: Akira Toriyama Lançamento: July 21, 1991 Duração: 46:00 Precedido por Dragon Ball Z: Lord Slug / Seguido por Dragon Ball Z: Return of Cooler
Sinopse Koola (クウラ, Kūra (do inglês Cooler)) é o irmão de Freeza que veio à Terra para destruir todos os Saiyajins, e vingar a morte dos indivíduos da sua raça que foram mortos (Rei Cold e Freeza). Ele também tem um grupo de guerreiros (Forças Especiais Koola Koola), da mesma forma que o seu irmão Freeza com as Forças Especiais Gyniu. São eles: Capitão Salza (líder do esquadrão), Doore e Neiz.
Trailer
Mais um movie de DBZ (5º). Esse já tem um clima diferente dos anteriores. Tem um ligação direta com um dos maiores inimigos de Goku. Ele foi tão terrível que o próprio Goku ficou com medo ao ver a figura do seu irmão na sua frente (confundindo-o com Freeza). Tem transformações de ambos os lados e frases de efeito de Goku (a la Vegeta). No final, é engraçado ver o arrependimento, ao lembrar de não ter dado importância à nave de Goku, tempos atrás.
Ficha Técnica Título original: Dragon Ball Z - Super Saiyajin Da Son Gokū / Nos EUA: Dragon Ball Z: Lord Slug / No Brasil: Dragon Ball Z: Goku, o Super Saiyajin Direção: Mitsuo Hashimoto Produção: Chiaki Imada & Rikizô Kayano Escrito por: Akira Toriyama Lançamento: March 19, 1991 (1991-03-19) Duração: 49:00 Precedido por Dragon Ball Z: The Tree of Might / Seguido por Dragon Ball Z: Cooler's Revenge
Sinopse Lord Slug e sua gangue resolvem passar pela Terra e escravizar todos os seus habitantes. Goku e seus amigos lutam para impedir as ações do malvadão.
Trailer
Quarto filme da saga DBZ. Aqui o chefão do mal é um parente mutante do Piccolo. Goku tem algum trabalho, mas como nesse ele já pode se transformar, as coisas ficam mais fáceis. A forma como ocorre o desfecho é que é bizarra. No mais, é apenas mais um sem muita lógica com a série.
Ficha Técnica Developer(s): Alpha Denshi, SNK Publisher(s): SNK, Takara Platform(s): PlayStation 2. Release date(s): JP October 18, 2007 / NA March 11, 2008 / PAL 2008 Genre(s): Versus fighting game Mode(s): Single-player, 2 player Competitive
Sinopse World Heroes Anthology (conhecido como World Heroes Gorgeous no Japão) é uma compilação de jogos que incluem todos os 4 jogos da série World Heroes da SNK.
História O enredo principal é baseado em torno do Dr. Brown, que criou uma máquina do tempo capaz de reunir lutadores de várias épocas da história, com o objetivo de determinar o maior lutador de todos os tempos.
Trailer
Esse é mais um pacote caça-níquel para o PS2. Contém as 4 versões de World Heroes, game de luta lá do começo dos anos 90, em que muita gente gastou fichas e mais fichas, sejam em disputas, seja pra terminar com todos os personagens. Destacou-se pela jogabilidade diferenciada, bom som, cenários bonitos e personagens diferentes e carismáticos. Talvez não tenha tido um grande destaque, até em função dos grandes títulos que existiam na época. As versões do pacote são:
World Heroes Primeira versão, lançada em 1992. Com ela, boas novidades em termos de jogabilidade (com relação a outros títulos do mercado) e modos de disputa. Joguei pouco nos Arcades, e menos ainda, nos consoles.
World Heroes 2 A continuação foi uma febre na época. Disponível em meados de 1993, rivalizou com grandes nomes dos Arcades (entre eles, Street, Fatal Fury, Samurai, etc). Trouxe boas novidades e vários personagens a mais. Terminar era para poucos. O chefe era (é) um apelão de primeira. Sua versão para SNES foi jogada até a exaustão.
World Heroes Jet No ano seguinte (1994), era lançada a Jet. Essa já não teve o mesmo impacto da versão anterior. Poucos acréscimos e menos ainda, divulgação. Era raro encontrá-la em Fliperamas da cidade.
World Heroes Perfect Por fim (até o momento), em 1995 foi lançada a versão Perfect (só no nome). Nunca vi em Arcades e pelo pouco que ouvi falar, não agradou aos fãs das versões anteriores. Como teve uma versão pra Saturn, atingiu um público maior, com relação a Jet (convertida apenas para Game Boy). De grande novidade, vieram os especiais, mas que apenas poucos conseguiam executar (devido a alta complexidade para executá-los).
De forma resumida, essa série revolucionou aquela época, seja inovando em jogabilidade, modos de disputa (como os temíveis Death Match), ou mesmo com o prenúncio de botões analógicos (que funcionavam de acordo com a pressão exercida). Foram grandes tempos e que infelizmente, não tiveram uma sequência digna. Mas, sempre há tempo.
Assim como outros pacotes caça-níqueis, recomendo pela história em si e pelo conhecimento da franquia.
Ficha Técnica: Título Original: Doragon Bōru Zetto Chikyū Marugoto Chōkessen / Nos EUA: Dragon Ball Z: The Tree of Might / No Brasil: Dragon Ball Z: A Árvore do Poder Direção: Daisuke Nishio Produção: Chiaki Imada, Tamio Kojima Escrito por: Akira Toriyama Lançamento: Japão: July 7, 1990 (1990-07-07) / EUA: November 15/22, 1997 Precedido por: Dragon Ball Z: The World's Strongest Seguido por: Dragon Ball Z: Lord Slug
Sinopse: A semente de uma árvore maligna é jogada na Terra por Tales, um poderoso guerreiro Saiyajin e irá criar raízes e drenar toda a vida e energia do planeta. Goku terá que se superar para vencer o inimigo e salvar a Terra e seus amigos da destruição.
3º movie de DBZ. Mais um sem ligação com a série, mais um sem cronologia definida. Pode-se arriscar o mesmo que o anterior. Que se passa após as primeiras sagas. O inimigo não é dos melhores, mas dá algum trabalho. No fim, é mais um dos que não representam grande coisa, mas que vale uma assistida. De diferencial, destaco o clima "Batalha dos Deuses", de Saint Seiya. Algo como clima, som, ambientação, etc.